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	<title>Arquivos Urologista - Dr Cristiano Gomes • Urologista em São Paulo</title>
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		<title>SEM PASSAR POR SAIA-JUSTA</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:50:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas atitudes ajudam a evitar momentos de aperto. Confira! por ADRIANA TOLEDO Se o xixi molhou a roupa, hábitos simples minimizam as chances de isso voltar a acontecer. “Programe-se para ir ao banheiro com alguma periodicidade — a cada duas horas, por exemplo. Não espere sentir vontade”, aconselha o urologista Cristiano Gomes, do Hospital Sírio-Libanês, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;"><em>Algumas atitudes ajudam a evitar momentos de aperto. Confira!</em></span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">por ADRIANA TOLEDO</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">Se o xixi molhou a roupa, hábitos simples minimizam as chances de isso voltar a acontecer. “Programe-se para ir ao banheiro com alguma periodicidade — a cada duas horas, por exemplo. Não espere sentir vontade”, aconselha o urologista Cristiano Gomes, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Maneire nos líquidos. Isso não significa, em hipótese alguma, deixar de bebê-los. A dica é conter excessos. Também tente carregar menos peso. “Procure um especialista e verifique se o seu intestino está em ordem”, sugere, ainda, o médico. Por fim, se o incômodo é freqüente, “evite modalidades esportivas muito impactantes, como atletismo, ginástica olímpica, basquete e judô”, diz Ivani.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;"><em>Fonte:</em> <span style="color: #0000ee;"><a style="color: #0000ee;" href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0305/medicina/conteudo_402777.shtml">http://saude.abril.com.br</a></span></span></p>
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		<title>CÂNCER DE PROSTATA: FISIOTERAPIA ALIVIA INCONTINÊNCIA PÓS-CIRURGIA</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:50:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos pacientes que se submeteram à cirurgia de remoção completa da próstata sofrem com a incontinência urinária, mas a fisioterapia pode ser uma ferramenta para curar o problema. Um estudo recente, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, demonstra que 96% dos pacientes que fizeram fisioterapia como tratamento pós-cirúrgico adquiriram, após 12 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">Muitos pacientes que se submeteram à cirurgia de remoção completa da próstata sofrem com a incontinência urinária, mas a fisioterapia pode ser uma ferramenta para curar o problema.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">Um estudo recente, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, demonstra que 96% dos pacientes que fizeram fisioterapia como tratamento pós-cirúrgico adquiriram, após 12 meses, a continência e aceleraram sua recuperação.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">Já entre aqueles que não aderiram ao tratamento, apenas 75% voltou a ter controle da urina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">Segundo o <span style="color: #0000ee;"><a style="color: #0000ee;" href="https://drcristianogomes.com.br/dr-cristiano-gomes">Dr Cristiano Mendes Gomes</a></span>, urologista do Hospital das Clínicas e um dos responsáveis pelo estudo, os exercícios de contração da musculatura do assoalho pélvico podem ajudar a reduzir ou até curar a perda involuntária da urina.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">O tratamento fisioterápico, segundo ele, tem grande importância na reabilitação do assoalho pélvico, com a finalidade de melhorar a eficácia do esfíncter uretral, que fica enfraquecido após a cirurgia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">“A maioria dos pacientes desenvolve incontinência urinária após a retirada da próstata”, diz, lembrando que a operação, chamada de prostatectomia radical, é feita em vítimas de <span style="color: #0000ee;"><a style="color: #0000ee;" href="https://drcristianogomes.com.br/doencas/cancer-prostata">câncer de próstata</a></span> localizado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">De acordo com o médico, no estudo realizado, 73 pacientes que se submeteram à cirurgia foram divididos em dois grupos. O primeiro passou por um tratamento fisioterápico para o fortalecimento do assoalho pélvico e o outro recebeu acompanhamento pós-cirúrgico normal.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">“Após 12 meses de pós-operatório, 96% dos pacientes do grupo de fisioterapia estavam continentes contra 75% do grupo controle”, observa Gomes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">No tratamento, após a remoção do cateter em 15 dias de pós-operatório, os pacientes do primeiro grupo receberam a terapêutica com biofeedback – aparelho que possui um sensor eletrônico, que registra as contrações do esfíncter e assoalho pélvico, permitindo que os pacientes treinem as contrações destes músculos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">“O biofeedback não só acelera a recuperação da continência urinária após a cirurgia, como permite melhorias na gravidade da perda da urina e da força muscular do assoalho pélvico 12 meses após a operação”, esclarece o urologista.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;">Para finalizar, o médico salienta que além de tratar a perda urinária, ajudar a reeducar a bexiga e auxiliar no pós-operatório, a fisioterapia melhora a qualidade de vida e a auto-estima dos homens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; font-size: 12pt; color: #333333;"><em>Fonte: </em><span style="color: #0000ee;"><a style="color: #0000ee;" href="http://www.corposaun.com/cancer-de-prostata-fisioterapia-alivia-incontinencia-apos-cirurgia/8096/">www.corposaum.com</a></span></span></p>
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		<title>INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES JOVENS</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:50:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as mais novas, ela é mais comum do que se imagina. Informe-se! Tamanha é a importância de reverter a encrenca precocemente, ou, melhor ainda, de impedir que ela dê as caras, que o assunto mobilizou cientistas da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Eles acabaram de revisar 15 estudos envolvendo 6 181 mulheres jovens [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><em>Entre as mais novas, ela é mais comum do que se imagina. Informe-se!</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Tamanha é a importância de reverter a encrenca precocemente, ou, melhor ainda, de impedir que ela dê as caras, que o assunto mobilizou cientistas da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Eles acabaram de revisar 15 estudos envolvendo 6 181 mulheres jovens que já tinham passado por uma gravidez, em busca de uma solução para a incontinência. Não à toa. “Até 30% das gestantes sofrem de episódios de escape de urina, que, muitas vezes, persistem após darem à luz”, afirma o urologista Fernando Almeida, da Universidade Federal de São Paulo. A autora da pesquisa neozelandesa, Jean Hay-Smith, explica o motivo. “O peso e o tamanho do bebê sobrecarregam a chamada musculatura do assoalho pélvico, responsável por controlar a saída da urina. Sem contar que o parto provoca traumas ali, principalmente quando é normal”, diz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">A cesárea também representa riscos, embora menores, porque as contrações e o encaixe do bebê que precedem a cirurgia por si sós causam impacto na região. “Além disso, as mudanças hormonais da gestação alteram os tecidos, deixando-os mais elásticos para preparar o corpo para o parto”, completa. Resultado: as estruturas responsáveis por controlar a micção ficam frágeis, perdendo parte de sua função. E, claro, quanto maior o número de gestações, maior a chance de a incontinência progredir. Felizmente, há como prevenir as conseqüências. “Concluímos que exercícios específi cos de contração e relaxamento dessa musculatura reduzem pela metade a ocorrência de incontinência nas futuras mamães”, diz Jean (leia mais nas páginas seguintes).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Quem não tem filhos também precisa ficar alerta. Sim, as gestações são o principal fator desencadeante, mas há outros gatilhos capazes de deflagrar a chateação. “Traumas na coluna, como pancadas em acidentes, as vezes atingem os nervos da bexiga, reduzindo sua sensibilidade”, exemplifica o ginecologista Edilson Ogeda, doHospital Samaritano, em São Paulo. “O mesmo vale para doenças neurológicas, que podem atrapalhar os comandos cerebrais responsáveis por ordenar a micção”, conclui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Manter a silhueta também tem seu preço. As pessoas que abusam dos exercícios físicos precisam ficar ainda mais de olho na musculatura pélvica. Excesso de abdominais pode deixá-la flácida. “Já esportes como o judô, o atletismo e o vôlei, considerados de alto impacto, às vezes deslocam a bexiga para baixo, forçando o assoalho”, alerta a ginecologista Ivani Kehdi, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Toda mulher pode ainda sofrer de incontinência provocada por infl amações ou infecções urinárias, mas aí ela costuma ser transitória. Conheça, a seguir, a melhor forma de prevenir ou reverter a disfunção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Antes de tudo, é importante entender o que acontece no organismo quando o tal assoalho pélvico é prejudicado. Em condições normais, a urina é armazenada na bexiga. Quando esse reservatório natural fica cheio, ele se esvazia por meio de um canal, a uretra. Ela, por sua vez, possui músculos que se contraem e relaxam, atuando como uma torneira que abre e fecha, para reter ou expulsar o líquido. Acontece que, algumas vezes, esses tecidos estão fora de forma e não funcionam a contento, deixando o xixi vazar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><em>Fonte:</em> <span style="color: #0000ee;"><a style="color: #0000ee;" href="http://boaforma.abril.com.br/comportamento/saude-mulher/incontinencia-urinaria-mulheres-jovens-500752.shtml">www.boaforma.abril.com.br/</a></span></span></p>
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		<title>LESÃO REQUIMEDULAR</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 12:02:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contrário do que a maioria pode imaginar, as pessoas que sofreram algum tipo de lesão medular não ficam inférteis. Eles podem ter algumas dificuldades na hora do ato sexual por conta da lesão, porém eles ainda podem ter filhos biológicos por vias naturais ou por reprodução assistida, por exemplo. Na grande maioria dos casos, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Ao contrário do que a maioria pode imaginar, as pessoas que sofreram algum tipo de lesão medular não ficam inférteis. Eles podem ter algumas dificuldades na hora do ato sexual por conta da lesão, porém eles ainda podem ter filhos biológicos por vias naturais ou por reprodução assistida, por exemplo. Na grande maioria dos casos, o homem que sofre uma lesão raquimedular tem a sua função ejaculatória comprometida. A lesão pode causar problemas para conseguir uma ereção satisfatória (o que hoje em dia pode ser resolvido com tratamentos) e também pode haver ausência de ejaculação. Esses fatos podem diminuir drasticamente as chances de uma gravidez por meio natural, porém isso não deve ser motivo de decepção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Existem técnicas próprias para a coleta de espermatozoides de pacientes com lesões medulares, que podem ser usados para um processo de reprodução in vitro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">A ejaculação e a ereção são fenômenos que acontecem devido a estímulos vindos do cérebro tão bem quanto a reflexos neurológicos. Quando ocorre a lesão medular, é cortada a “ponte” que conduziria os estímulos cerebrais até as partes do corpo abaixo da cintura. Assim, a pessoas que sofreu uma lesão raquimedular só poderia contar com os reflexos “automáticos”para que possa haver a ejaculação, o que torna o processo de conseguir o material reprodutivo mais complicado, porém podem ser usados métodos para estimular essa parte responsável pelos reflexos neurológicos, como a vibroestimulação, que usa vibradores de alta frequência para estimular a área, e a eletroejaculação, um método mais complicado que consiste num processo de estimular contrações intestinais para conseguir a ejaculação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">A pessoa que deseja ter filhos, mas sofre de lesão raquimedular pode procurar um médico urologista para conversar sobre métodos de reprodução alternativas e averiguar quais são as melhores opções.</span></p>
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		<title>UMA HOMENAGEM DO DR CRISTIANO GOMES AO DIA MUNDIAL DA SAÚDE</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:58:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://drcristianogomes.com.br/2018/12/06/uma-homenagem-do-dr-cristiano-gomes-ao-dia-mundial-da-saude/">UMA HOMENAGEM DO DR CRISTIANO GOMES AO DIA MUNDIAL DA SAÚDE</a> apareceu primeiro em <a href="https://drcristianogomes.com.br">Dr Cristiano Gomes • Urologista em São Paulo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-5334 aligncenter" src="http://drcristianogomes2.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2018/12/dr-cristiano-gomes-e-mail-mkt-dia-mundial-da-sade-186x300.jpg" alt="" width="574" height="926" srcset="https://drcristianogomes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/dr-cristiano-gomes-e-mail-mkt-dia-mundial-da-sade-186x300.jpg 186w, https://drcristianogomes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/dr-cristiano-gomes-e-mail-mkt-dia-mundial-da-sade.jpg 600w" sizes="(max-width: 574px) 100vw, 574px" /></p>
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		<title>UMA HOMENAGEM DA EQUIPE DO DR CRISTIANO GOMES AO DIA DAS MÃES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[drcristianogomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:58:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://drcristianogomes.com.br/2018/12/06/uma-homenagem-da-equipe-do-dr-cristiano-gomes-ao-dia-das-maes/">UMA HOMENAGEM DA EQUIPE DO DR CRISTIANO GOMES AO DIA DAS MÃES</a> apareceu primeiro em <a href="https://drcristianogomes.com.br">Dr Cristiano Gomes • Urologista em São Paulo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="wp-image-5315 aligncenter" src="http://drcristianogomes2.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2018/12/dr-cristiano-gomes_dia-das-maes-186x300.png" alt="" width="610" height="984" srcset="https://drcristianogomes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/dr-cristiano-gomes_dia-das-maes-186x300.png 186w, https://drcristianogomes.com.br/wp-content/uploads/2018/12/dr-cristiano-gomes_dia-das-maes.png 600w" sizes="(max-width: 610px) 100vw, 610px" /></p>
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		<title>HOMENAGEM DO DR. CRISTIANO GOMES AO DIA DOS PAIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[drcristianogomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Cristiano Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
		<category><![CDATA[Urologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquele que ensina, corrige, sorri e aprende com seus filhos Que enfrentaria o mundo todos os dias se fosse para não os decepcionar. Aquele que sabe que seu melhor presente que poderia ganhar e já ganhou é ser pai. Feliz dia dos Pais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Aquele que ensina, corrige,</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">sorri e aprende com seus filhos</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Que enfrentaria o mundo todos os dias</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">se fosse para não os decepcionar.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Aquele que sabe que seu melhor presente</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">que poderia ganhar e já ganhou é ser pai.</p>
<p></span></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Feliz dia dos Pais.</span></strong></p>
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		<title>INTRODUÇÃO AO TREINAMENTO DA BEXIGA E MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[drcristianogomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:57:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bexiga Hiperativa]]></category>
		<category><![CDATA[Clínica Urológica]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as diferentes modalidades de tratamento dos distúrbios da micção e da continência urinária, as técnicas de treinamento da bexiga e mudanças comportamentais estão entre as mais importantes. Consistem em orientações específicas concebidas para alterar a relação entre os sintomas do paciente e seu comportamento com o objetivo de aliviar os sintomas urinários. Para entender [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Entre as diferentes modalidades de tratamento dos distúrbios da micção e da continência urinária, as técnicas de treinamento da bexiga e mudanças comportamentais estão entre as mais importantes. Consistem em orientações específicas concebidas para alterar a relação entre os sintomas do paciente e seu comportamento com o objetivo de aliviar os sintomas urinários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Para entender melhor este conceito, descrevemos a seguir algumas das orientações e modalidades que mais se destacam:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><strong>• Micção de horário:</strong> consiste em orientar o paciente a urinar com uma frequência pré-determinada ditada não por sua vontade, mas pelo intervalo de tempo pré-determinado pelo médico. É especialmente útil em pacientes cuja sensibilidade vesical está prejudicada mas pode ser benéfica em diversas outras situações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><strong>• Micção comandada:</strong> consiste em comandar o paciente a urinar de tempos em tempos. Isto é especialmente útil em indivíduos alguns idosos ou crianças, especialmente aqueles “esquecidos”, que não vão ao banheiro por preguiça ou por possuírem algum distúrbio neurológico que faz com que não se importem com a perda de urina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><strong>• Adequação do consumo de líquidos:</strong> Algumas pessoas ingerem uma quantidade de líquidos muito grande durante o dia. Consequentemente, precisam ir ao banheiro com frequência aumentada. Às vezes, a simples diminuição da quantidade de líquidos durante o dia ou à noite pode ser suficiente para melhorar drasticamente os sintomas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><strong>• Evitar alimentos irritantes</strong> (cafeína, cigarro, refrigerantes, frutas ácidas, etc): Algumas substâncias ingeridas na alimentação e eliminadas na urina podem exercer um efeito irritante sobre a bexiga, promovendo a sensação de bexiga cheia e o desejo frequente de urinar. Muitas das substâncias capazes de exercer tal efeito sobre a bexiga em alguns indivíduos não exercem qualquer efeito na maioria das pessoas. Isto é, devemos atentar para itens da nossa dieta que percebemos que nos fazem piorar os sintomas e procurar evitá-los. Algumas das subst6ancia que mais frequentemente atuam como irritantes vesicais são: cafeína, cigarro, refrigerantes, frutas ácidas, bebidas alcoólicas e outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><strong>• Normalizar o hábito intestinal:</strong> O bom funcionamento intestinal é muito importante para o controle da bexiga. A obstipação intestinal é muito frequente em pacientes com distúrbios da micção e pode agravar os seus sintomas. Assim, a regularização do hábito intestinal é um importante item no tratamento de uma parcela significativa dos pacientes. Isto pode ser obtido com alterações da dieta, consumo de fibras, uso de laxantes e outras medidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><strong>• Reabilitação do Assoalho Pélvico:</strong> A musculatura do assoalho pélvico exerce um papel muito importante no controle da micção, especialmente nas mulheres. Esta musculatura é responsável por sustentar os órgãos pélvicos e quando enfraquecida, predispõe ao prolapso (descida) destes órgãos e à condição denominada “bexiga caída”. Além disso, a musculatura pélvica possui ligações nervosas com a bexiga que podem ser exercitadas de forma a promover um melhor controle sobre a mesma. Desta forma, variadas modalidades de treinamento e reabilitação do assoalho e musculatura pélvica foram desenvolvidos para atuar nestes dois importantes aspectos. Discuta com seu médico as diferentes modalidades existentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Diversos estudos clínicos têm demonstrado que as técnicas comportamentais e de treinamento da bexiga levam à cura ou diminuição dos episódios de incontinência urinária na maioria dos pacientes tratados. Além disso, não apresentam efeitos colaterais e não limitam outros tratamentos futuros que possam vir a ser necessários. Mais do que isto, sua associação com outras modalidades terapêuticas é, via de regra, benéfica. Assim, podem ser utilizadas antes ou após cirurgias, aumentando a participação e motivação dos pacientes e propiciando resultados cirúrgicos ainda melhores.</span></p>
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		<title>REABILITAÇÃO DOS MÚSCULOS PÉLVICOS – ELETRO-ESTIMULAÇÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:57:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clínica Urológica]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Cristiano Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eletro-estimulação Algumas pacientes são incapazes de localizar e contrair os músculos pélvicos mesmo com a ajuda de um especialista ou de equipamento de Biofeedback. Nestas pacientes, a contração dos músculos pode ser estimulada por meio de um estímulo elétrico de baixa voltagem aplicado através de um eletrodo colocado como um tampão vaginal. A estimulação elétrica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #1e6c6f;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Eletro-estimulação</span></strong></span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Algumas pacientes são incapazes de localizar e contrair os músculos pélvicos mesmo com a ajuda de um especialista ou de equipamento de Biofeedback. Nestas pacientes, a contração dos músculos pode ser estimulada por meio de um estímulo elétrico de baixa voltagem aplicado através de um eletrodo colocado como um tampão vaginal. A estimulação elétrica dos músculos pélvicos pode fortalecer esta musculatura e ainda inibir as contrações involuntárias da bexiga. Assim, esta modalidade de tratamento pode ser útil tanto para a incontinência de esforço como para a bexiga hiperativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #1e6c6f;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Uso de cones vaginais</span></strong></span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Pode-se utilizar cones vaginais de pesos variados para ajudar na fisioterapia pélvica. Com a paciente em pé, a mesma é instruída a manter o cone em posição intravaginal por um determinado tempo. Progressivamente aumenta-se o peso do cone até que a musculatura pélvica esteja fortalecida.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Diversos estudos clínicos têm demonstrado que as técnicas de reabilitação do assoalho pélvico levam à cura ou diminuição dos episódios de incontinência urinária em grande parte dos pacientes tratados. Além disso, não apresentam efeitos colaterais e não limitam outros tratamentos futuros que possam vir a ser necessários. Mais do que isto, sua associação com outras modalidades terapêuticas é via de regra, benéfica. Assim, podem ser utilizadas antes ou após cirurgias, aumentando a participação e motivação dos pacientes e propiciando resultados cirúrgicos ainda melhores.</span></p>
<p>O post <a href="https://drcristianogomes.com.br/2018/12/06/reabilitacao-dos-musculos-pelvicos-eletro-estimulacao/">REABILITAÇÃO DOS MÚSCULOS PÉLVICOS – ELETRO-ESTIMULAÇÃO</a> apareceu primeiro em <a href="https://drcristianogomes.com.br">Dr Cristiano Gomes • Urologista em São Paulo</a>.</p>
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		<title>ANDROPAUSA: O QUE É IMPORTANTE SABER SOBRE ELA?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andropausa]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Distúrbios da Micção]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Cristiano Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Incontinência Urinária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andropausa é um termo em grande evidência nos últimos anos, embora poucos conheçam de fato o que representa clinicamente. Para falarmos mais sobre a andropausa, convém iniciar pela nomenclatura correta: Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM). É uma síndrome clínica caracterizada por sintomas e sinais de hipogonadismo (diminuição da função das gônadas sexuais), secundária à [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://drcristianogomes.com.br/2018/12/06/andropausa-o-que-e-importante-saber-sobre-ela/">ANDROPAUSA: O QUE É IMPORTANTE SABER SOBRE ELA?</a> apareceu primeiro em <a href="https://drcristianogomes.com.br">Dr Cristiano Gomes • Urologista em São Paulo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Andropausa é um termo em grande evidência nos últimos anos, embora poucos conheçam de fato o que representa clinicamente. Para falarmos mais sobre a andropausa, convém iniciar pela nomenclatura correta: Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM). É uma síndrome clínica caracterizada por sintomas e sinais de hipogonadismo (diminuição da função das gônadas sexuais), secundária à deficiência de testosterona, e que ocorre em homens com mais de 40 anos.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Embora tenha algumas características semelhantes e seja tido por muitos como o equivalente masculino da menopausa, essa é uma simplificação bastante inadequada. A menopausa é universal, isto é, acomete todas as mulheres após determinada idade e representa um período fisiológico que ocorre em decorrência da falência ovariana e conseqüente interrupção dos ciclos menstruais e deficiência da produção de estrógenos. O DAEM, por outro lado, afeta somente 10-15% dos homens com idade superior a 40 anos. Assim, não é uma condição fisiológica do envelhecimento masculino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">A deficiência androgênica (baixos níveis de testosterona), responsável pelo DAEM, tipicamente leva à diminuição da libido ou do interesse sexual, diminuição do desempenho sexual (problemas de ereção), irritabilidade, alterações do sono e memória, dores nas articulações e músculos e estado depressivo. Estas queixas, entretanto, podem ser causadas por várias outras condições, tais como doenças crônicas, depressão, stress, ansiedade e outros problemas hormonais não relacionados à deficiência androgênica. A Tabela 1 demonstra os sintomas mais frequentemente encontrados em pacientes com andropausa (DAEM). Nenhum dos sintomas é considerado característico da doença, mas sua presença pode requerer investigação quanto à possibilidade do DAEM.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Diagnóstico e tratamento do DAEM: Homens com sintomas compatíveis com deficiência androgênica e que apresentem baixos níveis séricos de testosterona são diagnosticados com DAEM. Nestas circunstâncias, o tratamento com reposição hormonal deve ser considerado. Os objetivos da reposição de testosterona em homens com DAEM podem incluir a melhora da função sexual, melhor disposição e sensação de bem estar, aumento da massa muscular, diminuição da gordura corpórea e aumento da densidade óssea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">A reposição de testosterona pode ser feita de várias maneiras, incluindo o uso de medicamentos por via oral, injeções intramusculares, adesivos cutâneos ou gel de testosterona. Cada forma de tratamento possui vantagens e desvantagens em termos de comodidade para o paciente, eficácia da reposição hormonal, custos e possíveis efeitos colaterais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Riscos da reposição hormonal em homens: O principal risco da reposição de testosterona em homens é a piora de doenças prostáticas pré-existentes, como o adenocarcinoma e a hiperplasia prostática benigna. Não há evidências de que a reposição hormonal possa levar ao aparecimento destes problemas. Contudo, como o crescimento da próstata é dependente da testosterona, a existência de doenças prostáticas deve preceder o início da reposição androgênica. Para isto, o urologista poderá fazer exames como a dosagem de PSA, toque retal e, em casos suspeitos, biópsia de próstata. Uma condição rara que contra-indica a reposição de testosterona em homens é o câncer de mama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Algumas condições que podem ser agravadas ou surgirem após a reposição hormonal, como a apnéia do sono, epilepsia, policitemia, enxaqueca e retenção hídrica. Os efeitos colaterais da reposição hormonal podem ser prevenidos ou contornados através de avaliações clínicas e laboratoriais periódicas. Estas avaliações são importantes em todo homem que esteja recebendo reposição hormonal, a fim de confirmar a normalização dos níveis séricos de testosterona e prevenir o aparecimento de possíveis efeitos colaterais.</span></p>
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