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	<title>Arquivos Incontinência Urinária - Dr Cristiano Gomes • Urologista em São Paulo</title>
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		<title>INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES JOVENS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[drcristianogomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 18:50:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clínica Urológica]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Cristiano Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Incontinência Urinária]]></category>
		<category><![CDATA[Urologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as mais novas, ela é mais comum do que se imagina. Informe-se! Tamanha é a importância de reverter a encrenca precocemente, ou, melhor ainda, de impedir que ela dê as caras, que o assunto mobilizou cientistas da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Eles acabaram de revisar 15 estudos envolvendo 6 181 mulheres jovens [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><em>Entre as mais novas, ela é mais comum do que se imagina. Informe-se!</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Tamanha é a importância de reverter a encrenca precocemente, ou, melhor ainda, de impedir que ela dê as caras, que o assunto mobilizou cientistas da Universidade de Otago, na Nova Zelândia. Eles acabaram de revisar 15 estudos envolvendo 6 181 mulheres jovens que já tinham passado por uma gravidez, em busca de uma solução para a incontinência. Não à toa. “Até 30% das gestantes sofrem de episódios de escape de urina, que, muitas vezes, persistem após darem à luz”, afirma o urologista Fernando Almeida, da Universidade Federal de São Paulo. A autora da pesquisa neozelandesa, Jean Hay-Smith, explica o motivo. “O peso e o tamanho do bebê sobrecarregam a chamada musculatura do assoalho pélvico, responsável por controlar a saída da urina. Sem contar que o parto provoca traumas ali, principalmente quando é normal”, diz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">A cesárea também representa riscos, embora menores, porque as contrações e o encaixe do bebê que precedem a cirurgia por si sós causam impacto na região. “Além disso, as mudanças hormonais da gestação alteram os tecidos, deixando-os mais elásticos para preparar o corpo para o parto”, completa. Resultado: as estruturas responsáveis por controlar a micção ficam frágeis, perdendo parte de sua função. E, claro, quanto maior o número de gestações, maior a chance de a incontinência progredir. Felizmente, há como prevenir as conseqüências. “Concluímos que exercícios específi cos de contração e relaxamento dessa musculatura reduzem pela metade a ocorrência de incontinência nas futuras mamães”, diz Jean (leia mais nas páginas seguintes).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Quem não tem filhos também precisa ficar alerta. Sim, as gestações são o principal fator desencadeante, mas há outros gatilhos capazes de deflagrar a chateação. “Traumas na coluna, como pancadas em acidentes, as vezes atingem os nervos da bexiga, reduzindo sua sensibilidade”, exemplifica o ginecologista Edilson Ogeda, doHospital Samaritano, em São Paulo. “O mesmo vale para doenças neurológicas, que podem atrapalhar os comandos cerebrais responsáveis por ordenar a micção”, conclui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Manter a silhueta também tem seu preço. As pessoas que abusam dos exercícios físicos precisam ficar ainda mais de olho na musculatura pélvica. Excesso de abdominais pode deixá-la flácida. “Já esportes como o judô, o atletismo e o vôlei, considerados de alto impacto, às vezes deslocam a bexiga para baixo, forçando o assoalho”, alerta a ginecologista Ivani Kehdi, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Toda mulher pode ainda sofrer de incontinência provocada por infl amações ou infecções urinárias, mas aí ela costuma ser transitória. Conheça, a seguir, a melhor forma de prevenir ou reverter a disfunção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Antes de tudo, é importante entender o que acontece no organismo quando o tal assoalho pélvico é prejudicado. Em condições normais, a urina é armazenada na bexiga. Quando esse reservatório natural fica cheio, ele se esvazia por meio de um canal, a uretra. Ela, por sua vez, possui músculos que se contraem e relaxam, atuando como uma torneira que abre e fecha, para reter ou expulsar o líquido. Acontece que, algumas vezes, esses tecidos estão fora de forma e não funcionam a contento, deixando o xixi vazar.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;"><em>Fonte:</em> <span style="color: #0000ee;"><a style="color: #0000ee;" href="http://boaforma.abril.com.br/comportamento/saude-mulher/incontinencia-urinaria-mulheres-jovens-500752.shtml">www.boaforma.abril.com.br/</a></span></span></p>
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		<title>PERGUNTAS COMUNS SOBRE INCONTINÊNCIA URINÁRIA</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 12:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Cristiano Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Incontinência Urinária]]></category>
		<category><![CDATA[Problemas Urinários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>INCONTINÊNCIA URINÁRIA: UM PROBLEMA MUITO FREQUENTE Nesta edição, o Dr. Cristiano M. Gomes conversa sobre a incontinência urinária em homens e mulheres. O que é a incontinência urinária e qual sua importância? A incontinência urinária é a perda involuntária de urina. É um problema muito frequente, que pode acometer homens e mulheres de todas as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">INCONTINÊNCIA URINÁRIA: UM PROBLEMA MUITO FREQUENTE</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Nesta edição, o Dr. <strong>Cristiano M. Gomes</strong> conversa sobre a incontinência urinária em homens e mulheres.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">O que é a incontinência urinária e qual sua importância?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">A incontinência urinária é a perda involuntária de urina. É um problema muito frequente, que pode acometer homens e mulheres de todas as idades e apresentar variadas causas. Além da questão médica, a incontinência urinária pode comprometer a qualidade de vida e a autoestima das pessoas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Quem pode ter incontinência urinária e quais são os fatores de risco?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">De maneira geral, a incontinência urinária é duas vezes mais comum entre as mulheres do que entre os homens. Cerca de 30-40% das mulheres com mais de 40 anos apresentam algum grau de incontinência urinária. A idade é um fator de risco importante, estimando-se que a chance de apresentar incontinência urinária após os 70 anos seja 4 a 5 vezes maior do que na faixa etária de 20 a 40 anos. Entretanto, a incontinência urinária não deve ser encarada como normal em nenhuma faixa etária, podendo ser tratada adequadamente na grande maioria dos pacientes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Além da idade, outros fatores que aumentam o risco de apresentar incontinência urinária são o diabetes, a obesidade e a presença de doenças neurológicas. Nas mulheres, a falta de estrógeno parece também ter alguma importância.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Crianças também podem ter incontinência urinária. O controle completo da bexiga geralmente se estabelece até os 5 anos de idade. Até esta idade, muitas crianças ainda apresentam perdas urinárias durante o sono, o que chamamos de enurese. Pode ser causa de muita ansiedade e frustração para a criança e para os pais. Este é um problema quase sempre transitório e de fácil tratamento. Algumas crianças podem ter incontinência urinária durante o dia e infecções urinárias. Nestes casos é necessária maior atenção e identificação da causa do problema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Existem diferentes tipos principais de incontinência urinária?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Os principais tipos de incontinência urinária são a incontinência urinária aos esforços e a incontinência urinária de urgência. <strong>A incontinência urinária aos esforços</strong> é a queixa de perda urinária ao fazer esforços, como tossir, espirrar ou carregar pesos. É causada pelo enfraquecimento do esfíncter urinário e dos elementos de sustentação da uretra e da bexiga. Fatores que possam enfraquecer estas estruturas tais como a multiparidade (mulheres) ou cirurgias ginecológicas podem aumentar o risco. Em mulheres, a IUE corresponde a cerca de 40 a 70% dos casos de IU. Em homens, a IUE é rara e tem como principal causa as cirurgias prostáticas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">A <strong>Incontinência urinária de urgência</strong> é a queixa de perda de urina acompanhada ou precedida pela sensação de urgência para urinar. A pessoa sente uma vontade repentina e incontrolável de urinar e não consegue chegar a tempo ao banheiro. Geralmente a pessoa urina com grande frequência durante o dia e mesmo durante a noite, o que pode comprometer o sono. Também recebe o nome de bexiga hiperativa. Na maior parte das vezes, não há uma causa aparente. Doenças neurológicas aumentam o risco deste tipo de problema, incluindo lesão medular, esclerose múltipla, acidente vascular cerebral, Parkinson e outras. Homens com hiperplasia benigna da próstata também podem apresentar este problema. A avaliação deve sempre afastar a existência de outros problemas na bexiga, tais como infecção urinária, pedra ou tumores. A prevalência da bexiga hiperativa é bastante alta na população geral, atingindo cerca de 5% dos homens e mulheres com menos de 40 anos e até 35% da população acima de 70 anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Como é feita a avaliação da pessoa que tem incontinência urinária?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">A avaliação inicial se baseia na história clínica, para caracterizar os sintomas e o tipo de incontinência. O exame físico e alguns poucos exames laboratoriais são importantes para confirmar o diagnóstico e excluir problemas de maior gravidade que requeiram exames específicos. É fundamental avaliar o impacto da incontinência urinária na qualidade de vida e o desejo do paciente de ser tratado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Quem precisa de tratamento para a incontinência urinária?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Esta é uma questão importante, pois nem todos precisam ser tratados. Na maioria das vezes, a incontinência urinária representa um problema que é principalmente de qualidade de vida. Isto é, não há um risco significativo para a saúde física da pessoa. Assim, quando a incontinência é leve e a pessoa não se sente incomodada, o tratamento pode ser desnecessário. Existem situações, entretanto, nas quais a incontinência urinária é uma manifestação de problemas mais graves, que podem acompanhar-se de infecções urinárias e até mesmo perda da função dos rins. Nestes casos, o tratamento é mandatório.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333;"><strong><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Quais são os tratamentos para a incontinência urinária?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">As alternativas de tratamento são várias e baseiam-se na causa da incontinência urinária e na gravidade do problema, levando-se sempre em consideração a preferência do paciente. Geralmente são favorecidas as medidas mais simples e com menos chances de efeitos colaterais. Incluem mudanças comportamentais e de estilo de vida como evitar excesso de líquidos, realizar micções periódicas, tratar obstipação e outros problemas clínicos como diabetes e obesidade. Também pode incluir a fisioterapia para o assoalho pélvico e bexiga. Existem também medicamentos com ótima eficácia, notadamente para casos de incontinência de urgência e homens com problemas prostáticos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #333333; font-family: helvetica, arial, sans-serif;">Em casos mais complexos ou que não tiveram boa resposta ao tratamento conservador, vários tipos de procedimentos cirúrgicos podem ser oferecidos, geralmente através de cirurgias minimamente invasivas, isto é, de baixo risco e rápida recuperação. Destacam-se os tratamentos atuais da incontinência urinária em mulheres através da colocação de fina faixa sob a uretra (chamada cirurgia de sling), a aplicação da toxina botulínica na bexiga para casos de incontinência de urgência e o implante de um marca-passo da bexiga (neuromodulador). Nos homens com incontinência urinária de esforço (na maioria das vezes após cirurgia de próstata), as cirurgias de sling ou implante de esfíncter artificial podem ser ótimas opções. Destacam-se apesar das elevadas taxas de sucesso destas técnicas, complicações cirúrgicas não são raras e a decisão sobre qual tipo de tratamento é ideal para cada paciente deve ser sempre compartilhada entre o paciente e seu médico.</span></p>
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		<title>INCONTINÊNCIA URINÁRIA ACOMETE HOMENS E MULHERES</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:57:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Cristiano Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Incontinência Urinária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A incontinência urinária é a perda involuntária da urina, ou seja, quando o indivíduo não tem controle sobre a própria urina pela uretra. É uma condição que tem um grande impacto na vida dos pacientes, que podem ser homens ou mulheres de todas as idades, apesar de ser mais comum em idosos. A incontinência pode [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">A <strong>incontinência urinária</strong> é a perda involuntária da urina, ou seja, quando o indivíduo não tem controle sobre a própria urina pela uretra. É uma condição que tem um grande impacto na vida dos pacientes, que podem ser homens ou mulheres de todas as idades, apesar de ser mais comum em idosos. A incontinência pode variar entre um vazamento ocasional de urina e perda completa da capacidade de reter a urina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">As causas são inúmeras, mas as seguintes situações podem comprometer esse controle:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">– gravidez e parto</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">– obesidade</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">– tumores malignos e benignos</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">– quadros pulmonares obstrutivos que geram pressão abdominal</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">– tosse crônica dos fumantes</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">– entre outros</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Como acontece tanto em homens quanto em mulheres, a incontinência urinária tem tratamentos diferentes para cada sexo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Existem medidas como ajuste de dieta e consumo de líquidos, exercícios de fisioterapia, e medicamentos. Quando entra no campo das cirurgias, no entanto, os métodos entre os sexos são bem diferentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Em ambos os casos a escolha do tratamento sempre deve ser feita entre médico e paciente. Se desejar, agende uma consulta com o <strong>Dr. Cristiano Gomes</strong> pelo telefone (11) 3120-2565.</span></p>
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		<title>ANDROPAUSA: O QUE É IMPORTANTE SABER SOBRE ELA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[drcristianogomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 11:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Andropausa]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Distúrbios da Micção]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Cristiano Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Incontinência Urinária]]></category>
		<category><![CDATA[Urologia]]></category>
		<category><![CDATA[Urologista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andropausa é um termo em grande evidência nos últimos anos, embora poucos conheçam de fato o que representa clinicamente. Para falarmos mais sobre a andropausa, convém iniciar pela nomenclatura correta: Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM). É uma síndrome clínica caracterizada por sintomas e sinais de hipogonadismo (diminuição da função das gônadas sexuais), secundária à [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Andropausa é um termo em grande evidência nos últimos anos, embora poucos conheçam de fato o que representa clinicamente. Para falarmos mais sobre a andropausa, convém iniciar pela nomenclatura correta: Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino (DAEM). É uma síndrome clínica caracterizada por sintomas e sinais de hipogonadismo (diminuição da função das gônadas sexuais), secundária à deficiência de testosterona, e que ocorre em homens com mais de 40 anos.</span><br />
<span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Embora tenha algumas características semelhantes e seja tido por muitos como o equivalente masculino da menopausa, essa é uma simplificação bastante inadequada. A menopausa é universal, isto é, acomete todas as mulheres após determinada idade e representa um período fisiológico que ocorre em decorrência da falência ovariana e conseqüente interrupção dos ciclos menstruais e deficiência da produção de estrógenos. O DAEM, por outro lado, afeta somente 10-15% dos homens com idade superior a 40 anos. Assim, não é uma condição fisiológica do envelhecimento masculino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">A deficiência androgênica (baixos níveis de testosterona), responsável pelo DAEM, tipicamente leva à diminuição da libido ou do interesse sexual, diminuição do desempenho sexual (problemas de ereção), irritabilidade, alterações do sono e memória, dores nas articulações e músculos e estado depressivo. Estas queixas, entretanto, podem ser causadas por várias outras condições, tais como doenças crônicas, depressão, stress, ansiedade e outros problemas hormonais não relacionados à deficiência androgênica. A Tabela 1 demonstra os sintomas mais frequentemente encontrados em pacientes com andropausa (DAEM). Nenhum dos sintomas é considerado característico da doença, mas sua presença pode requerer investigação quanto à possibilidade do DAEM.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Diagnóstico e tratamento do DAEM: Homens com sintomas compatíveis com deficiência androgênica e que apresentem baixos níveis séricos de testosterona são diagnosticados com DAEM. Nestas circunstâncias, o tratamento com reposição hormonal deve ser considerado. Os objetivos da reposição de testosterona em homens com DAEM podem incluir a melhora da função sexual, melhor disposição e sensação de bem estar, aumento da massa muscular, diminuição da gordura corpórea e aumento da densidade óssea.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">A reposição de testosterona pode ser feita de várias maneiras, incluindo o uso de medicamentos por via oral, injeções intramusculares, adesivos cutâneos ou gel de testosterona. Cada forma de tratamento possui vantagens e desvantagens em termos de comodidade para o paciente, eficácia da reposição hormonal, custos e possíveis efeitos colaterais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Riscos da reposição hormonal em homens: O principal risco da reposição de testosterona em homens é a piora de doenças prostáticas pré-existentes, como o adenocarcinoma e a hiperplasia prostática benigna. Não há evidências de que a reposição hormonal possa levar ao aparecimento destes problemas. Contudo, como o crescimento da próstata é dependente da testosterona, a existência de doenças prostáticas deve preceder o início da reposição androgênica. Para isto, o urologista poderá fazer exames como a dosagem de PSA, toque retal e, em casos suspeitos, biópsia de próstata. Uma condição rara que contra-indica a reposição de testosterona em homens é o câncer de mama.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: helvetica, arial, sans-serif; color: #333333;">Algumas condições que podem ser agravadas ou surgirem após a reposição hormonal, como a apnéia do sono, epilepsia, policitemia, enxaqueca e retenção hídrica. Os efeitos colaterais da reposição hormonal podem ser prevenidos ou contornados através de avaliações clínicas e laboratoriais periódicas. Estas avaliações são importantes em todo homem que esteja recebendo reposição hormonal, a fim de confirmar a normalização dos níveis séricos de testosterona e prevenir o aparecimento de possíveis efeitos colaterais.</span></p>
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